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domingo, 6 de outubro de 2013

Presidente russo afirma que defenderá valores cristãos no país e sugere que nações combatam a perseguição religiosa

"Presidente russo afirma que defenderá valores cristãos no país e sugere que nações combatam a perseguição religiosa

Os valores cristãos e a perseguição religiosa sofrida por seguidores de Jesus Cristo em países onde estes são minoria foram tema de discursos do presidente russo Vladimir Putin.
Segundo Putin, as pessoas vão perder a sua dignidade humana sem os valores consagrados no cristianismo e outras religiões mundiais, e viver sem padrões morais que levaram milênios para tomar forma: “Acreditamos que é natural e apropriado defender esses valores. Qualquer minoria merece respeito pela sua identidade distinta, mas os direitos da maioria não devem ser questionados”, afirmou.
Preocupado com a influência que o secularismo globalizado poderia exercer na cultura russa, Putin lamentou o que tem sido visto no mundo ocidental: “Muitos países euro-atlântico embarcaram efetivamente num caminho de renúncia às suas raízes, inclusive valores cristãos, que são a base da civilização ocidental. Isso envolve a negação de princípios morais e qualquer identidade tradicional – nacional, cultural, religiosa ou mesmo sexual”, alertou.
De acordo com informações do Interfax, Vladimir Putin denunciou que a movimentação política dos grupos de ativistas gays visam impor seu estilo de vida sobre toda a sociedade.
“As políticas perseguidas por eles colocam grandes famílias e parcerias do mesmo sexo na mesma categoria, a crença em Deus e a crença em satanás. Vladimir Putin também falou sobre a perseguição a cristãos em países de maioria islâmica e afirmou que observa “com preocupação” as muitas das regiões do mundo onde as “tensões religiosas estão aumentando, e os direitos das minorias religiosas estão sendo violados, incluindo cristãos e cristãos ortodoxos”.
Putin afirmou que é necessário que lideranças políticas de todo o mundo atuem no sentido de criar medidas que preservem os direitos das populações cristãs e evitem a violência infligida contra os fiéis em muitos países, segundo informações do Washington Post.


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