RÁDIO ARQIVO5

http://streaming29.hstbr.net/player/radioarquiv

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

ASA e MAP terão R$ 3 milhões em recursos”, diz deputado

15:56
O ano de 2013 começou com tudo para do deputado federal Colbert Martins (PMDB-BA): além do retorno a Câmara dos Deputados, para assumir a suplência do parlamentar Maurício Trindade (PR), o peemedebista é um dos homens fortes do prefeito José Ronaldo (DEM) e deu as cartas na formação da equipe de governo do democrata, com indicações para o primeiro escalão da administração municipal.
O deputado foi empossado no dia 3 de janeiro para o mandato e antes de começar as atividades no legislativo, em fevereiro, já anunciou o aporte de R$ 3 milhões, através da Caixa Econômica, junto com o Ministério do Turismo, comandado pelo PMDB, para obras no setor de artesanato do Centro de Abastecimento e para o Mercado de Arte Popular (MAP).
“Esses recursos chegarão via medida judicial. Feira está sem poder receber recursos federais por que possui débitos, estive vem Brasília com o prefeito para negociá-los. No dia 5 de fevereiro participo da votação do Orçamento para 2013”, adiantou o deputado para o Bom Dia FEIRA.
Colbert disse que durante o mandato irá priorizar temas com a implantação do campus da UFRB em Feira de Santana e mais uma universidade federal no município. “Itabuna está recebendo uma universidade federal nova e Barreiras também. Outro ponto importante é o combate a violência nos centros urbanos”, destacou Martins.
A seca também estará em pauta durante os discursos do parlamentar. “Estou com receito para o abastecimento humano. Não estou preocupado só com o campo, mas também com as cidades, com as dificuldades que estão por vir”, alertou Colbert. Segundo a Embasa, na Bahia, mas de 70 municípios poderão passar por racionamento de água.

PODERIO AMPLIADO EM BRASÍLIA – O ano de 2013 será importante para o PMDB, que terá o comando das duas casas do Congresso Nacional. Tanto a Câmara dos Deputados, como o Senado estarão sob a batuta do partido.
Na Câmara, o mais cotado a assumir é o decano Henrique Alves (PMDB-RN), com a experiência de 42 anos como deputado, legislando desde 1971. Já no Senado, como tem a bancada, basta o partido indicar. O nome: Renan Calheiros (PMDB-AL), que já foi presidente da Casa, mas renunciou ao mandato em meio a denuncias de corrupção. “Na Câmara, abrimos mão para o PT assumir o poder [Marco Maia (PT-RS) é o atual presidente], agora o PT devolve o compromisso, o que significa maior força do partido. Teremos também mais um ministério, o de Ciências e Tecnologia, que será assumido por Gabriel Chalita (PMDB-SP)”, disse.

ARTICULAÇÕES PARA 2014 – Colbert comentou sobre o estreitamento das relações do PT com PSB, inclusive com uma turnê da presidenta Dilma Rousseff ao Nordeste, onde o grupo socialista possui quatro governadores (PE, CE, PB e PI) e uma possível articulação para que Eduardo Campos, governador de Pernambuco, assuma a vice-presidência na chapa petista a reeleição em 2014.
ural esses movimentos. É uma boa aliança, mas se existirem divergências do PT com PMDB nós vamos saber enfrentar com tranquilidade. Não gostaríamos que as coisas fossem tratadas dessa forma, mas em 2014 vamos saber nos posicionar”, observou.

130 MIL VOTOS PARA DEPUTADOS FORASTEIROS – Com a volta de Colbert à Câmara, Feira passa a contar com dois deputados (Fernando Torres (PSD) foi eleito em 2010). O parlamentar observou que Petrolina (PE), com mais de 300.000 habitantes tem três deputados federais e Campina Grande (PB), com a população aproximada de 390 mil é representada por um senador e dois deputados no Congresso.
“Vou apresentar publicamente uma lista com todos os deputados que tiveram votação em Feira e quanto eles destinaram para a cidade em 2010, 2011, 2012. Mais de 130 mil votos foram para deputados que nunca mais voltaram ao município”, disse.

SUCESSÃO ESTADUAL – Segundo Colbert, o PMDB pretende ter candidato a governador do estado em 2014, mas a possibilidade passará por uma avaliação da sigla. Um arco de aliança com as oposições também não está descartado. “A aliança com o DEM em Salvador e Feira foram impositivas por que não conseguimos fazer colição com partidos ligados ao governo do estado. Sou base do governo em Brasília, mas na Bahia temos posições diversas”, reiterou.

 Bom dia Feira


(Por Hamurabi Dias)

Nenhum comentário:

Postar um comentário