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sábado, 9 de janeiro de 2016

Restringir Bolsa Família pode gerar onda de migração, diz ministra












Para Tereza Campello, o corte do programa teria um impacto terrível no Brasil


A ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, passou o ano de 2015 travando uma batalha contra os cortes de recurso do Bolsa Família. Agora, ela tem que explicar o motivo pelo qual a presidente Dilma Rousseff decidiu vetar regra de reajuste automático do benefício, que foi aprovada pelo Legislativo.
Ela concedeu uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, onde analisou que a indexação dos benefícios é indesejável. No entanto, ponderou “Entre janeiro de 2011 e outubro de 2015, o benefício médio aumentou mais de 73%, bem acima da inflação. Hoje, ele é de R$ 165 mensais por família”.
Ela concedeu uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, onde analisou que a indexação dos benefícios é indesejável. No entanto, ponderou “Entre janeiro de 2011 e outubro de 2015, o benefício médio aumentou mais de 73%, bem acima da inflação. Hoje, ele é de R$ 165 mensais por família”.
Sobre a tentativa de que o recurso fosse cortado, ela afirma que “Você tirar 23 milhões de pessoas do programa, que é o que teria acontecido [com o corte de R$ 10 bilhões proposto pelo relator], significaria tirar 11 milhões de crianças da escola, do atendimento médico. O impacto para a sociedade seria terrível”.
Ao ser questionada sobre parte dessas consequências e as críticas de que as pessoas se encostam no programa, ela é enfática ao dizer que a renda paga é um complemento e que a maior parte das famílias beneficiadas trabalha. “Imagina no Nordeste agora, por exemplo. Tem cinco anos de seca. Se fossem dois anos de programa, como tem muita gente que defende, o que teria acontecido com essas famílias? O povo não estaria reclamando da porta de saída, ia estar reclamando que o [Terminal Rodoviário do] Tietê [em São Paulo] ia estar cheio de gente”, finalizou a ministra.

Notícias ao minutos

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