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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Guilherme de Pádua deseja perdão

Guilherme de Pádua sobre perdão de Glória Perez:

 Beijaria os pés dela, deixaria ela me bater, assassino de Daniela Perez (filha de escritora da Globo) Guilherme trabalha na Igreja Batista da Lagoinha, fala sobre perdão e sobre o medo que teve de morrer na prisão.
Guilherme de Pádua não conseguiu dizer quase nada no “Programa do Ratinho”. Porém, o assassino de Daniela Perez, filha da autora Glória Perez, resolve abrir o jogo para a revista mineira “Viver Brasil” de junho.
Convertido, hoje Guilherme trabalha na Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte. Livre desde 1999, ele acredita que a vida com muitas mulheres, drogas e gandaia pode ter sido o principal motivador do crime. Quando perguntado sobre detalhes do crime, se negou a dar detalhes, pois segundo ele, foi ameaçado pelo "Twitter" de ser processado se citasse o caso e também recebeu um alerta oficial dos advogados de Glória Perez de que não poderia falar sobre o assunto.
Em liberdade desde 1999, o ex-ator revela que já chegou a sonhar com o momento em que pediria perdão para a escritora. “Acho que beijaria os pés dela, deixaria ela me bater. Eu ia ter para dizer para ela que o mesmo Jesus que consegue salvar um criminoso e fazer a vida dele ter sentido, é o mesmo que faz uma mãe que perdeu a filha fazer coisas maravilhosas”, diz.

Prisão

Sobre o tempo em que ficou na prisão, Guilherme relata o medo que sentiu quando primeiro chegou ao presídio. “Estava no pátio de visita, é complicado você chegando, tirando a roupa para vistoria, no meio de toda aquela opressão. Aí, de repente, escuto uma voz falando: ‘Guilherme de Pádua chegou aê’, e outras pessoas respondendo ‘demorou’ e o prédio todo balançando. Já escutei muitas pessoas falando ‘eu vou te matar’, conta.
Quando questionado sobre sua felicidade hoje em dia, Pádua diz que tem muitos conflitos. “Mas me considero feliz porque aceito que essa vida é passageira. Quem se apega demais à vida, à riqueza, compara-se demais aos outros, acha que tem que ter sucesso, fama, tem de ser mais bonito, é muito frustrado. Tenho dedicado bastante da minha energia em fazer coisas bacanas. Se não tivesse a fé, eu já teria me matado ou teria enlouquecido. É muito difícil ser o Guilherme de Pádua.”


Com informações da Abril / SRZD

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