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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Paralisação

Quinta-feira, 24/06/2010

Greve dos peritos médicos do INSS afeta parte do atendimento à população

Orientação do órgão é que os segurados que têm perícias marcadas compareçam às agências onde os exames tinham sido agendados. Somente no local será possível saber se o médico perito está trabalhando ou não.

Fernanda Leitóles

 A greve dos peritos médicos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) afeta parcialmente as perícias agendadas na gerência executiva de Curitiba, composta pelas 11 agências de Curitiba e região metropolitana, de acordo com a assessoria de imprensa do órgão.

Dos 38 peritos médicos que fazem o atendimento à população na gerência executiva de Curitiba, 13 aderiram ao movimento (34%) e 25 continuavam trabalhando (66%), segundo o INSS. O órgão informou que nenhum servidor havia aderido à paralisação do interior do estado.

A orientação do órgão é para que os segurados que têm perícias marcadas compareçam às agências do INSS em que os exames tinham sido agendados. Somente no local será possível saber se o médico perito está trabalhando ou aderiu à greve, e não há como ter essa informação por meio da central telefônica 135 da Previdência Social.

O INSS afirmou que, caso o perito tenha entrado em greve, a perícia será remarcada na própria agência.

Grevistas dizem que adesão é maior

O médico perito Fábio Fontes Faria, delegado suplente da Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP) no Paraná e representante do comando de greve no estado, afirmou que adesão ao movimento é maior do que a informada pelo INSS.

Apenas 30% dos 38 peritos médicos estão trabalhando nas agências da gerência de Curitiba, segundo o Comando de Greve. Oito em Curitiba e três na RMC. Faria disse ainda que metade da categoria aderiu ao movimento no interior do estado.

A greve dos médicos peritos do INSS  foi deflagrada na terça-feira (22). Uma das principais reivindicações da categoria é de que a segurança nas agências do INSS seja reforçada, para que os peritos não sejam agredidos e desacatados por segurados que não concordam com os resultados das perícias. A ANMP pede, ainda, a contratação de mais servidores e que a determinação que permite ao segurado remarcar a perícia quantas vezes quiser, no caso do resultado ter sido negativo, seja revista.

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